Terra Verde

Datalhes do Projeto

O conceito ‘Raízes ao solo, folhas ao vento’ guia as jornadas da Terra Verde e traz formas para toda a identidade de marca. Aqui, acreditamos que se deve sonhar alto e com paixão, mantendo o equilíbrio e o foco para realizar com garra os objetivos.

Trabalhamos para encantar. Aliamos design e storytelling para gerar soluções e transformar negócios. Utilizar o tempo medieval na abordagem não foi uma decisão à toa. É uma forma de transparecer sentimentos fantásticos, de um império onde criaturas mágicas fazem parte de um exército, rios cortam florestas intocadas e guerreiros levam prosperidade à terras vizinhas.

  • Cliente: Terra Verde
  • Tarefa: Nova Identidade Visual
  • Website: Você já está nele! =)

É com esta cultura que nasceu nosso Estúdio de Design. E como todo império precisa de uma marca forte, com a gente não poderia ser diferente. Pensando nisso, seguimos uma jornada de estudos e validações por 60 dias. O resultado deste projeto pode agora ser acompanhado e compreendido por todos os aventureiros que entram por nossos portões. Avante!

CAP I – CRIAÇÃO DA TIPOGRAFIA

Há muito tempo atrás, no Império Carolíngio, em uma das reformas educacionais impulsionada por Carlos Magno, foi criada e difundida a escrita carolíngia. Isso para que os escritos e documentos do império fossem facilmente reconhecidos. Inspirados nisso, resolvemos criar nossa própria tipografia.

Tivemos como referência o estilo gótico e celta, típicos do tempo medieval. O equilíbrio conquistado entre eles gerou uma tipografia legível e confortável para escrever. Isto foi buscado já que muitos trabalhos com a ela seriam manuais.

Desenvolvemos um pincel de madeira para desenhar a tipografia. Foram duas semanas para criar e testar cada letra do alfabeto, decidindo o formato em comum dos caracteres, maiúsculos, minúsculos, letras, acentuações e complementos.

Com a certeza de que a tipografia representava a voz deste reino de terras verdes, iniciamos um novo brainstorming para o desenvolvimento do logotipo.

CAP II – LOGOTIPO

Com a equipe alinhada, imersa no modelo de negócio e respirando esta emoção, fizemos testes com a nova tipografia, com a liberdade de unir e alterar formas. O logotipo deveria mostrar este conjunto de sentimentos, paixão, coragem, sonhos, confiança, união e garra. As raízes precisavam estar ao solo, mas com as folhas soltas ao vento.

A conclusão foi adaptar a tipografia criada para que a base de alguns caracteres do nome Terra Verde causassem a impressão de estarem fixo no chão (raízes ao solo).  O topo das letras maiúsculas foram prolongadas, como se a forma crescesse e houvesse movimento pelo balanço causado por um leve sopro (folhas ao vento).

Chegamos ao formato ideal. Conseguíamos sentir o cheiro, os sons, as cores e paisagens do local imaginável da Terra Verde, ele estava real em nossas mãos.

Logotipo decidido, a identidade completa já nascia em paralelo durante as conversas e fechamentos. Estávamos inquietos para saber o que estava por vir depois desta primeira etapa. Precisávamos agora de um símbolo imperioso para transparecer a força da marca.

CAP III – SÍMBOLO TERRA VERDE

Procuramos um objeto, uma forma palpável que simbolizasse o conceito do reino. Os estudos nos levaram a algo que claramente representava tudo o que gostaríamos de falar. A bandeira. Imaginamos seu mastro fixo ao solo, e sua bandeira ao vento. Era isso! Ícone esse que foi bem oportuno, já que todo império também precisa de uma bandeira para ser representado.

Depois de vários testes, ainda ‘brincando’ com a tipografia, chegamos a um desenho que une a terra diretamente ao verde através das iniciais  “T” e “V”. Formamos a simbologia de uma bandeira que também pode ser desenhada com o mesmo pincel de madeira criado para a tipografia.

Para completar e auxiliar a identidade visual, simbologias foram criadas para transmitir a época em que cavalos, castelos monumentais e terras férteis vaziam parte do cenário de um povo bravo e defensor de seus sonhos.

O pincel de madeira também foi essencial neste momento. Assim mantivemos o mesmo traço, curvas e precisões para manter a solidez dos desenhos que precisam estar ligados.

“Viemos para transformar outras terras”